Publicado por: Conselheiro Fnord | 28/10/2015

MUNDO DISCORDIANISTA: Jesus: 10 ideias incomuns sobre ele


Algumas pessoas têm argumentado sobre a natureza de Jesus Cristo há quase dois milênios. E, como você já deve ter percebido, esta discussão gera muitos pontos de vista e muitas, mas muitas mesmo, polêmicas.

Quem foi Jesus Cristo?

Alguns acreditam que Ele era plenamente humano, outros acham que ele era uma entidade totalmente divina. Em tempos antigos, as pessoas o criticavam e achavam que Jesus era um completo charlatão.

Em nosso mundo mais moderno, alguns questionam se ele sequer existia.

Mas esses argumentos são amplamente conhecidos.

Aqui estão 10 ideias verdadeiramente incomuns sobre Jesus que desafiam nossas crenças – até as mais aceitas.

10. Jesus era um monge budista

Alguns budistas sublinham as semelhanças marcantes entre o cristianismo primitivo e o budismo como prova de que Jesus foi exposto aos ensinamentos do Buda e foi, talvez, até mesmo um monge. Naquela época, o budismo tinha mais de 500 anos de idade.

Os missionários estavam presentes em Alexandria, então a fé pode ter sido conhecido na Judéia, que era um centro de comércio importante. De acordo com o historiador americano Will Durant, o imperador indiano Ashoka tinha missionários budistas em todas as partes da Índia e Ceilão, e até mesmo naa Síria, Egito e Grécia, onde, talvez, eles tenham ajudado a preparar a ética de Cristo.

Algumas seitas judaicas ascéticas, particularmente os essênios, podem ter sido influenciados por estes “professores” do budismo.

“A vida desconhecida de Jesus Cristo”, escrito por Nicolas Notovitch, afirma que Jesus passou um tempo na Índia entre as idades de 14 e 29 anos, um período em que não existe relato bíblico de suas ações ou paradeiro.

Ao visitar um monastério em Ladakh, no sudeste asiático, em 1888, Notovitch alegou ter encontrados textos que se referem a Jesus como “Issa”. De acordo com esses escritos, Jesus viajou por toda a Índia pregando, aceitando o Shudras e outros intocáveis, e inclusive se envolveu em brigas com Brahmans.

Claro que, imediatamente depois de serem expostas ao mundo, as afirmações de Notovitch geraram um monte de controvérsias. Então, investigações mais profundas logo revelaram que a maior parte da história tinha sido inventada mesmo.
Em uma entrevista dada na época, o Chefe Lama disse que não havia visitantes estrangeiros que vieram para o mosteiro e ele não tinha ideia do que “Issa” era.

Qual é a verdade então?

No entanto, muitas pessoas ainda estavam convencidas de que muitas semelhanças existiam entre os ensinamentos de Jesus Cristo e Buda para que fosse mera coincidência, incluindo detalhes de sua infância, os ministérios, as doutrinas, a resistência da tentação demoníaca e perseguição por ordens religiosas de elite.

Jesus disse: “Faça aos outros o que gostaria que fizessem a você”, enquanto Buda disse: “Considere o outro como a si mesmo”. Coincidência?

Não sabemos dizer. Em uma multidão enfurecida e pessoas que queriam apedrejar uma adúltera, Jesus advertiu: “Aquele que dentre vós está sem pecado, seja o primeiro a lançar-lhe uma pedra”. Da mesma forma, Buda disse na mesma situação: “Não olhe para as faltas dos outros ou o que outros têm feito ou não; observe o que você tem feito ou não”. Parece que Jesus era melhor em fazer frases, mas os paralelos entre ele e Buda são bastante estranhos. No mínimo, curiosos.

9. Jesus era filho de um arquiteto ou pedreiro

Jesus é geralmente conhecido como o filho adotivo do carpinteiro José, mas o livro do Dr. Adam Bradford afirma o contrário.

Bradford alega que o filho de um carpinteiro pobre, de classe baixa, não poderia ter alcançado a posição que Jesus alcançou na sociedade judaica na época. Por isso, é mais provável que Ele fosse o filho de um respeitado, arquiteto de classe média.

Na visão de Bradford, o equívoco vem de uma tradução errada da palavra grega “tekton”, que foi utilizado para descrever a profissão de Joseph. De acordo com Bradford, tekton significa “arquiteto” ou “mestre de obras”.

Na Bíblia, Jesus também é descrito com a palavra tekton. Como um arquiteto, Jesus teria o status social para difundir seus pontos de vista, bem como o acesso a autoridades rabínicas durante a construção de um gigantesco templo judeu em Jerusalém.

Pregar no Templo e afugentar cambistas teria causado problemas para a classe baixa judia, mas Jesus tinha status social. Em toda a Bíblia, Ele é referido como “Rabino” e “doutor da Lei,” altas posições na sociedade judaica na época.

Em 22 a.C, o rei Herodes encomendou a construção de um grande templo, recrutando 10.000 artesãos qualificados para auxiliar 1000 sacerdotes e ensinar-lhes as artes dos artesãos. Bradford acredita que Joseph era um desses artesãos, que inventaram todo o conceito ao redor do menino Jesus, juntamente com os principais festivais.

Como um protegido, Jesus foi acolhido por sacerdotes que Seu pai tinha instruído e se tornou um rabino de alto escalão até que foi acusado de blasfêmia.

E a história de ser um pedreiro?

É o ponto de vista do estudioso Kwon Sung-dal.

Ele acredita que Jesus tornou-se um pedreiro em vez de um carpinteiro porque Israel tinha pouca madeira e a cidade natal de Jesus foi cercada por pedras.

Kwon foi provavelmente influenciado pelo trabalho de Professor James Tabor, que mais uma vez culpa a discrepância na palavra grega tekton, que também pode ser interpretado como “pedreiro”.

8. Alguns acham que Jesus pode ter sido um mágico (e isso não é uma piada)

O filósofo grego do século II, Celso, era um adversário no início do cristianismo.

Ele não só negou os milagres de Jesus, como também afirmou que Jesus era apenas um mágico inteligente que tinha aprendido feitiçaria no Egito.

De acordo com Celsus, os seguidores de Jesus eram apenas crédulos, tolos de classe baixa, enganados pelos truques de um charlatão que tinha más intenções.

Impossível?

Celso também alegou que a história da ressurreição era um mito, porque ele não conseguia conciliar com a noção platônica das naturezas com o corpo e separado da alma.

Em 1978, Morton Smith escreveu “Jesus, o mágico: charlatão ou Filho de Deus”, em que analisou aqueles que, como Celso, acreditavam que Jesus não era o Filho de Deus, mas apenas um vigarista talentoso.

Muitos de seus argumentos eram focados na falha ocasional de milagres, na suposta possessão demoníaca, e a ignobilidade de sua captura e execução.

Um verso revelador para este contexto é Mateus 13:58: “Ele não podia fazer muitos milagres lá por causa de sua incredulidade”, o que soa como uma tentativa de controle de danos, não?

Smith também investiga como muitos dos milagres atribuídos a Jesus, como a cura e exorcismo, foram semelhantes para os tipos de coisas feitas por um antigo xamã palestino que poderiam se comunicar com os espíritos do além.
Nas ruínas do antigo grande porto de Alexandria, em 2008, uma equipe de cientistas liderada pelo renomado arqueólogo marinho francês Franck Goddio encontrou uma bacia com uma inscrição que alega ser a primeira referência histórica para Jesus Cristo.

Datando de entre o século II a.C. e o início do século I d.C, a bacia está inscrito com as palavras que significando tanto “por Cristo o mágico” quanto “o mágico por Cristo”. Vai saber…

7. Jesus poderia ser a reencarnação de Krishna

Jesus Krishna?

Os hindus acreditam que o Senhor Krishna foi o oitavo avatar do deus Vishnu, nascido em algum lugar entre 900 a.C e 1200 a.C. Ensinamentos religiosos de Krishna foram preservados e muitas pessoas veem semelhanças entre os ensinamentos e histórias de vida de Jesus e Krishna, como a concepção milagrosa, a perseguição por um tirano, milagres, ascetismo, e uma insistência de que somente através dele poderia encontrar a salvação.

Supostamente, há ainda uma tradição hindu afirmando que Krishna foi crucificado. De acordo com algumas pessoas, esta é justamente a prova de que Jesus Cristo nasceu 1.000 anos mais tarde, em uma terra distante como uma reencarnação do Senhor Krishna.

Em BG 10:20, Krishna disse: “Eu sou o começo, o meio e o fim” (sim, não foi o Raul Seixas que inventou esta frase), enquanto Apocalipse 1: 8 declara: “Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso”.

Ambos, Jesus e Krishna, disseram que suas missões foram para levar as pessoas ao reino de Deus. De acordo com Hare Krishna, o nome de Cristo, que significa “ungido “, vem do grego “Christos”, que é quase foneticamente idêntico com o sânscrito “Kristo”, que significa “todo-atrativo”.

Por isso, todos eles são simplesmente variações sobre o nome de Krishna.

O pensador Hare Krishna Srila Prabhupada disse uma vez: Se alguém ama Krishna, esse alguém deve amar o Senhor Jesus também. E vice-versa.

Então, se alguém questiona: “Por que devo amar Krishna? Eu amarei Jesus”, a pessoa não tem conhecimento. E se alguém diz: “Por que hei de amar a Jesus? Amarei Krishna”, a pessoa também sabe de nada.

O que ele quer dizer com isso?

Que se alguém entende Krishna, então vai entender Jesus. Se alguém entende Jesus, você vai entender Krishna também.

De acordo com o pesquisador Dr. Vedavyas, o nascimento de Jesus foi preditado no Bhavishya Purana, que falou de Isha putra, o filho (putra) de Deus (Isha), que nasceria de uma mulher solteira chamada Kumari. Outros, no entanto, consideram que Bhavishya Purana não é confiável e as profecias supostamente teriam sido grosseiramente inseridas em textos hindus por missionários cristãos do século 18. Impossível? Creio que nada nesta história toda o seja.

6. Jesus Caesar?

Francesco-Carotta argumentou que a história tradicional de Jesus Cristo é realmente toda errada e fruto da má interpretação da vida de Júlio César. E que o cristianismo primitivo foi realmente derivado do culto a Julius de Roma.

Estamos todos familiarizados com Júlio César como um general e político. Mas ele também era conhecido por sua clemência e misericórdia, pela qual ele morreu. Mesmo a coroa que ele usava se assemelhava a coroa de pontos.

Carotta também relata a uma série de semelhanças entre suas vidas, bem como coincidências-linguísticas, tais como César em Gália e Jesus na Galiléia,

César foi esfaqueado por Cassius (Longinus), Jesus foi esfaqueado por Longinus.

Carotta também traça paralelos entre as pessoas na vida de César e Jesus e sugere que elas eram, na verdade, a mesma coisa: Pompeu/João Batista como padrinho político, Brutus/Judas como o traidor, Cleópatra/Maria Madalena como “amiga colorida”, e assim por diante.

Carotta afirma que algumas das frases mais famosas de César foram copiadas para uso nos Evangelhos, mas tiveram suas traduções distorcidas.

Não seria a primeira vez, não é mesmo?

Veni vidi vici (“Vim, vi e venci”) tornou-se o Evangelho para “Eu vim, eu lavei e eu vi” sobre a cura do cego devido a um erro de tradução do grego (“Eu lavei”) em vez de enikisa (“Eu ganhei”).

Da mesma forma, as vitórias militares de César são mal interpretadas e retratadas como verdadeiros milagres de Jesus.

De acordo com esta interpretação, os Evangelhos são supostamente pouco mais do que propaganda pós-guerra projetada para acalmar a população, um verniz judaico sobre uma mescla de ideias pagãs e filosofia estoica com a vida de Jesus em uma releitura alegórico da campanha de Titus Flavius para esmagar a rebelião judaica.

5. Jesus também pode ter sido o Arcanjo Miguel

De acordo com as Testemunhas de Jeová, Jesus nunca afirmou ser Deus. Mesmo. Em vez disso, ele é o Arcanjo Miguel. O Livro de Judas refere-se a Miguel como “arcanjo”, que significa “anjo principal”.
Enquanto isso, Tessalonicenses 4:16 diz: “O Senhor mesmo descerá do céu com uma chamada dominante, com voz de arcanjo”.

Em Apocalipse, há referências a tanto a Miguel quanto a Jesus como anjos guerreiros. As Testemunhas de Jeová acreditam que é improvável que dois exércitos de anjos tivessem inteção para a guerra sob diferentes comandantes, então Jesus e Miguel devem ser um só e os cristãos também.

Alguns discordam, apontando para Hebreus 1: 5-13, que diz que Jesus é superior e é o único filho unigênito que vai sentar-se à destra de Deus. Além disso, também tem Hebreus 2, que diz que “o Senhor te repreenda”.

4. Jesus era um comunista

O líder comunista americano Eugene Debs não viu nenhuma contradição entre seu respeito por Jesus Cristo e seus ideias políticos radicais. Na verdade, ele viu os dois como profundamente interligados, embora ele não acreditasse na divindade de Jesus.

Como é que é?

Em vez disso, Debs entendia Jesus como um mártir revolucionário na luta contra os ricos – a elite exploradora. Sua mensagem abalou o Império Romano até a classe dominante perceber que a luta contra o cristianismo não estava funcionando e que seria melhor subverter a mensagem em um mito que pudesse ser usado para oprimir as pessoas. Parece algo possível, não?

Debs descrevia Jesus como: o Cristo martirizado da classe trabalhadora, que inspirou o evangelho das massas oprimidas, o líder supremo do mundo revolucionário, cujo amor pelos pobres e os filhos dos pobres consagrara sua vida.

Muitos acreditam que a igreja cristã primitiva praticava uma forma de comunismo ou socialismo, fazendo referência a Atos 2: 44-45: “E todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum, e vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo a necessidade de cada um”.

Alguns afirmam que a situação descrita em Atos era apenas temporária em face da perseguição e representou uma situação de caridade em vez de comunismo.

Outros afirmam que o chamado de Jesus para as pessoas desistirem de sua riqueza era apenas uma escolha moral, não uma condenação da propriedade privada. Com este pensamento, Debs também se aproxima de americanos que tinham um ponto de vista parecido.

Outros teólogos, contudo, têm uma visão diferente.

Jose Porfirio Miranda, que desenhou muitos paralelos entre a Bíblia cristã e as obras de Karl Marx, viu a recusa do marxismo como reconhecimento de Deus como um defeito.

Ele escreveu que a noção de comunismo está no Novo Testamento tão bem colocada que, nos vinte séculos desde que foi escrito, ninguém teve uma melhor definição do comunismo do que Lucas em Atos 2: 44- 45 e 4: 32-35.

Na verdade, a definição que Marx emprestou de Louis Blanc, “De cada um segundo as suas capacidades, a cada um segundo as suas necessidades”, é inspirada, se não diretamente copiada, da formulação de Lucas dezoito séculos antes.

Não há demonstração mais clara da lavagem cerebral do que o estabelecimento do cristianismo como algo anticomunista.

3. Jesus e Zeus são o mesmo

A letra “j” tem apenas alguns séculos de idade. Ela foi distinguida da letra “i” só depois de 1600. O original da Bíblia se refere a Jesus como “Iesus”. Segundo alguns cristãos não-tradicionais, este é um problema sério.

Eles afirmam que o nome original de Messias foi “Yeshua”, que tornou-se o nome judeu “Yesua” como parte da tradição judaica de esconder o verdadeiro nome de Deus.

“Yesua” foi traduzido para o grego como “Iesous” – que é, segundo alguns, literalmente, a tradução grega do “Salve, Zeus”. Tem-se afirmado que os gregos adicionaram as terminações “sus”, “SEUS” e “sous” para nomes e lugares, a fim de honrar o deus supremo Zeus.

Jesus recebeu esse nome para remover as suas raízes judaicas e torná-lo mais palatável para os gregos que estavam acostumados a adorar deuses pagãos.

É fundamental voltar ao nome original de Jesus, dizem eles, citando a sua versão dos Atos 4: 10,12: “seja conhecido de vós todos, e de todo o povo de Israel, que em nome de Yeshua Hamashia de Nazaré , a quem vós crucificastes e a quem YAH ressuscitou dentre os mortos.(…) E em nenhum outro há salvação, porque também não há qualquer outro nome debaixo do céu, dado entre os homens, em que devamos ser salvos”.

Críticos apontam para uma mutação etimológica óbvia acontecendo aqui, que fez “Yah”ser estabelecido como nome de “Yeshua”, uma versão abreviada do nome “Yehoshua”, que significava “Deus salva”. De fato, o equivalente em Inglês de “Yehoshua” é “Josué”. Além disso, o nome grego Zeus ea pronunciado como algo mais próximo de “Zevs.”

2. Jesus em: um profeta Islâmico

Na tradição islâmica, Jesus Cristo nasceu de uma virgem através da intervenção de Deus, mas ele era apenas um profeta e mensageiro como Adão e Moisés – que vieram antes dele.

Quando criança, ele falou com sua mãe, Maryam, em árabe. E disse: “Certamente! Eu sou um servo de Deus, Ele me deu a Escritura e me fez um profeta!”.

Os muçulmanos acreditam que Jesus realizou milagres, mas eles não acreditam que ele era o Filho de Deus. No entanto, eles acreditam que ele não era nada mais do que humano.

Para eles, Deus revelou a Jesus um livro chamado Injeel, que continha a sabedoria divina, alguns dos quais ainda estão no Novo Testamento. No entanto, os muçulmanos rejeitam a Bíblia porque eles acreditam que as palavras do Injeel passou por alterações, adições e omissões que mudaram os significados da mensagem inicial.

Os muçulmanos originalmente também não acreditam que Jesus morreu na cruz ou foi morto por mortais. Eles citam o Alcorão (Sura 4: 157-158) em uma passagem que diz “Nós matamos Jesus Cristo, o filho de Maria, o Apóstolo de Alá”, – mas eles não o mataram, nem o crucificaram. Alguns acreditam que o homem na cruz era na verdade um impostor voluntário que foi planejado para se assemelhar a Jesus por Deus, enquanto outros acreditam que ele não chegou a morrer na cruz, mas sim simplesmente desmaiou.

1. Jesus seria um alien

Existem algumas teorias de que Jesus Cristo era um híbrido alienígena ou extraterrestre. Um exemplo é uma linha de pensamento que associa Jesus com o Annunaki, os deuses e divindades da mitologia Sumero-babilônica. De acordo com esta teoria, Nibiru passa pela Terra a cada poucos milhares de anos, e Annunaki pair sobre nós, interferindo no progresso da humanidade durante esse tempo.

Supostamente, Nibiru foi a estrela de Belém, e Jesus nasceu da união de uma mulher humana com um Annunaki identificado com o anjo Gabriel em interpretações posteriores.

Como um semideus, Jesus sobreviveu a sua execução, foi apanhado por uma nave espacial, e provavelmente está vivo hoje.

Outra interpretação vem do pastor presbiteriano Barry Downing, que escreveu a “Bíblia e Discos Voadores” em 1968. Downing afirmavam que três homens sábios, provavelmente, seguiram um OVNI até Belém, e um OVNI semelhante poderia ter tomado Jesus Cristo na Ascensão. No início de 2005, a BBC organizou um debate aparentemente sério em torno desta questão para saber se os líderes religiosos da história, como Jesus Cristo e o Buda, eram realmente alienígenas disfarçados.
Mark Bennett, o chefe da Sociedade Esotérica, disse nesta ocasião que eles acreditam que os vários líderes religiosos da história têm uma origem interplanetária, sim.

Ele defendeu a crença de que Jesus e Buda vieram de Vênus, que Sri Krishna veio de Saturno, que São Pedro veio de Marte, e assim por diante. Ele tinha as origens planetárias na ponta da língua!

Depois que os palestrantes cristãos tradicionais zombaram de suas crenças, alguém acabou perguntando: “Onde está a prova para tudo isso?”. E, de repente, o público parou de rir de Bennett e começou a apoiá-lo.

Bennett respondeu dizendo que faz muito mais sentido dizer que Jesus era um ser interplanetário que veio à Terra para ajudar a humanidade, além de defender que Deus criou um único filho, que também foi ele próprio em um ponto aleatório na história, que chegou a vir à Terra e perdoar as pessoas de seus pecados por algum motivo que nós não sabemos realmente qual é.

E se…

Todas estas questões me fazem pensar que falta faz uma internet. Será que daqui há alguns milênios as pessoas terão tantas dúvidas assim sobre a história passada – que nem é tão antiga assim? Ou elas simplesmente vão poder responder suas dúvidas com uma simples busca no Google?

P.S: Se você aí do futuro chegou a este texto, tenha em mente que todos estes pontos de vista estão embasados em uma literatura que foi despedaçada ao longo do tempo, e por isso deu margem a uma série de interpretações. Valorize seu tempo, tenho certeza de que esta é uma excelente época para se estar vivo. E, acima de tudo, valorize o conhecimento. Espero que nos seus dias as histórias estejam mais bem contadas. E precisas. [listverse]

FONTE: http://hypescience.com/jesus-10-ideias-incomuns/

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