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Imperdível!!! Esses caras são muito engraçados…

Domingo, 28 de maio às 11:00 – 18:00
Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro
Praça Floriano, 7, 20031-050 Rio de Janeiro

21, 22 e 23 de Abril !!!
O Maior Evento, Imperdível, para quem quer entender a Geração Y, Geeks, Gamers, Nerds de forma mercadológica, Economia Criativa, Gameficação e Comunicação Transmídia!
Nos vemos lá!! Vagas limitadas!!
#gameficadora #grupoepic #ggrf #geek #nerd #gamificação #games #gamer
Publicado por: Adm | 14/01/2017

NUNCHAKU MADNESS!!!:-)

Nunchaku é definitivamente a Arma dos Monges Discordianos!!

Publicado por: Adm | 14/01/2017

Anderson Gaveta é muito engraçado!!!!

https://www.youtube.com/channel/UCLYimOsgmIVf6KNjzXPkUwQ

Anderson gaveta é discordianismo PURO!!! hehehehe

Se inscrevam no canal do cara!!! 🙂

Bishop recorreu à Justiça e conseguiu decisão favorável após nove meses.
Ele disse que usa o chapéu por motivos religiosos.

Homem ganha direito de usar chapéu de raposa em documento nos EUA (Foto: Reprodução)

Um americano do Oregon conseguiu na Justiça o direito de usar um chapéu de raposa na foto de sua carteira de motorista, segundo a TV local KATU 2.

O homem, que se identificou como Bishop (bispo, em inglês), disse que usa o chapéu por motivos religiosos.

Bishop argumentou praticar a religião dos Sete Tambores, em que todo integrante tem um "totem animal" – no seu caso, a raposa.

Proibido de usar a foto, ele foi à Justiça, e reverteu a decisão após 9 meses.

As autoridades disseram que, ao recusar a foto, estava cumprindo as regras.

Publicado por: Conselheiro Fnord | 09/03/2016

MUNDO DISCORDIANISTA: Os 12 apóstolos realmente existiram?

Na Bíblia, Jesus Cristo nomeou 12 apóstolos para espalhar seu evangelho. A igreja cristã primitiva deve a sua rápida ascensão ao zelo missionário destes escolhidos. No entanto, para a maioria deles, há poucas evidências de sua existência fora do Novo Testamento.

No livro “Apostle: Travels Among the Tombs of the Twelve” (“Apóstolo: viagens pelas tumbas dos doze”, em tradução livre), o autor Tom Bissell tenta descobrir se os Doze Apóstolos eram figuras históricas reais ou meramente personagens de uma história de ficção. Ele andou por mais de 800 quilômetros ao longo do Caminho de Santiago, no norte da Espanha, visitou o local onde Judas Iscariotes supostamente se enforcou e procurou em vão por um mosteiro misterioso no Quirguistão, onde os ossos do apóstolo Mateus supostamente foram enterrados. Foi uma viagem cheia de falsos começos, becos sem saída e enigmas não resolvidos que o deixaram tão perplexo quanto quando começou.

Em entrevista ao site da National Geographic, Bissell diz que não há evidência histórica da existência da maioria dos apóstolos. “Alguns dos nomes registrados no Novo Testamento são, provavelmente, de pessoas reais. Havia provavelmente um Pedro e um João, definitivamente um Tiago (o irmão de Jesus) e, provavelmente, um Tomás. Além disso, não há nada de histórico que verifique a existência deles além dos próprios evangelhos. Então, eu acho que eles são uma mistura de fato e ficção”, decreta.

Ele cita um dos grandes mistérios da história cristã primitiva: sabemos uma quantidade razoável de informações sobre Paulo e sabemos que Tiago, irmão de Jesus, era uma pessoa real. No entanto, nenhum deles é um membro dos Doze. “Então você tem essas doze pessoas que foram os primeiros seguidores de Jesus, mas não há nada sobre eles em qualquer fonte secular, exceto as cartas de Paulo, que mencionam Pedro e João”.

Onde Judas perdeu as botas?

Bissell iniciou sua busca em Jerusalém, no lugar onde acredita-se ser o descanso final de Judas Iscariotes. Para ele, a pergunta se Judas foi um personagem histórico real é “espinhosa”. “Segundo a tradição, embora as Escrituras não sejam claras sobre isso, Judas enforcou-se em um lugar chamado Hakeldama, no vale Hinom, que é um vale rochoso, desértico, na parte sul de Jerusalém. Quando você vai lá, realmente se sente como se fosse um lugar amaldiçoado. Esse é o poder dessas histórias. Você sente os séculos de ódio e desgosto para esta pessoa que traiu Jesus”, diz.

“Quanto a saber se Judas era real, eu acho que é provavelmente verdade que Jesus foi traído por alguém. Se o nome da pessoa era Judas é uma questão muito mais difícil. Eu suspeito que as linhas gerais da história de Judas, como os escritores dos evangelhos delinearam, é provavelmente fictícia. Em um monte de outras histórias de Jesus, os evangelistas parecem estar contando a mesma história. Mas com Judas, acho que eles tinham muito menos matéria-prima para trabalhar, então todos trataram dele à sua própria maneira. Isto sugere que ele era mais um personagem fictício do que uma pessoa real”, aponta.

A tumba de Mateus

O Quirguistão não é um lugar que a maioria de nós associa com histórias da Bíblia – ou com qualquer outra história. Mas foi lá que o autor procurou pela tumba de Mateus, um dos apóstolos. Ele explica que havia uma grande quantidade de cristãos na Ásia Central até a Idade Média. “De acordo com um mapa medieval da Espanha, as relíquias de Mateus foram enterradas em um lugar chamado ‘Mosteiro da Fraternidade Armênia’, que se acreditava ficar na margem do lago Issyk-Kul, um belo corpo de água no meio das montanhas do Quirguistão”, explica.

“Um arqueólogo russo alegou ter encontrado as relíquias em 2006, então eu saí para procurá-lo. Logo descobri que nunca tinha havido um monastério armênio lá, apenas um monastério russo do século 19. Mas foi uma das minhas viagens favoritas, porque foi muito difícil de encontrar e foi um dos lugares mais encantadores que já vi, embora minha busca para encontrar as relíquias de São Mateus tenha chegado ao fim em um anti-clímax”, lamenta.

O irmão (mais velho) de Jesus

Quanto a Tiago, irmão de Jesus, que não era um dos apóstolos, Bissell garante que há evidências de sua existência. Mais do que isso: segundo o autor, as evidências mostram que ele pode ter sido a segunda pessoa mais importante do cristianismo no primeiro século depois de Jesus. Em 2002, foi encontrado um ossuário em Jerusalém que, dizem, pertence a ele.

“Sabemos que Tiago, irmão de Jesus, era uma pessoa real. Ele é mencionado por Flavius ​​Josephus, um historiador judeu do primeiro século. Algumas pessoas dizem que o ossuário é real, mas a inscrição que supostamente diz ‘Tiago, irmão de Jesus’ em aramaico, não é. Ninguém encontrou seu corpo, mas ele era claramente uma figura bem conhecida no primeiro século. O fato de que Josephus e outras pessoas consideraram a destruição de Jerusalém pelos romanos como uma vingança divina pela morte de Tiago, que foi morto por volta de 66 dC logo antes da revolta judaica contra Roma, diz tudo o que você precisa saber sobre como ele era significativo”, afirma.

A grande questão acerca de Tiago é que ele, supostamente, era mais velho do que Jesus, o que desmentiria uma das principais crenças dos cristãos. “O problema com Tiago é que ele confunde tudo que os cristãos ortodoxos aceitam sobre o nascimento virginal. Se ele fosse irmão mais velho de Jesus, isso por si só é um grande problema, porque Maria supostamente era virgem quando teve Jesus. Eu suspeito que Tiago era real e que há uma boa chance de que ele fosse o irmão mais velho de Jesus, e que ele era a figura mais importante no cristianismo do primeiro século depois de Jesus. Mas o nascimento virginal não faz exatamente sentido. As leis conhecidas do universo normalmente não param de funcionar”, contesta.

Mesmo com a falta de evidências da existência real dos apóstolos, o autor destaca a importância das histórias bíblicas para a formação do mundo ocidental. “As histórias dos Doze Apóstolos são uma grande parte de como o mundo ocidental decidiu ensinar a si mesmo sobre o que se entende por comunidade e contação de histórias e pela verdade, amizade e lealdade”, afirma.

“Percebi que ficar bravo com as pessoas religiosas por acreditar no que elas acreditam é um pouco como ficar bravo com uma tempestade por deixar as coisas molhadas. A melhor posição é tentar encontrar um lugar onde todos podemos concordar sobre a importância do significado derivado da literatura ou de obras da imaginação. Eu sei que seria um insulto a maioria dos cristãos considerar o Novo Testamento como uma obra da imaginação. Mas eu não digo isso no sentido de que é tudo falso, mas sim no sentido de tirar consolo da tentativa de outra pessoa em colocar o universo em ordem. Talvez ser apenas uma história é a melhor coisa que (o Novo Testamento) pode ser”, define. [National Geographic]

Projeto de lei com esta proposta deve ser votado nesta quarta-feira na Alerj.
Para ser aprovado, precisa passar 2 vezes pelo plenário e sanção de Pezão.

Exames, como de ressonância magnética, são afetados com quedas de energia (Foto: Reprodução/TV TEM)
Hospitais no RJ podem ser obrigados a ter religião
do paciente no prontuário (Reprodução: TV TEM)

O médico pega o prontuário do paciente e lê: diabético, hipertenso e católico. Além dos detalhes relativos à saúde, as fichas médicas de hospitais particulares e públicos do Rio podem passar a ter, obrigatoriamente, a orientação religiosa do doente. É o que prevê um projeto de lei que deve ser votado nesta quarta-feira (2) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

A proposta pede ainda que haja a indicação de uma autoridade religiosa para "efeito de preferência no atendimento ministrado" e sugere que um familiar fique responsável por indicar a manifestação da orientação religiosa do parente, caso ele esteja impossibilitado.

A proposta é do deputado Silas Malafaia (PSD). Em sua justificativa para propor a lei, ele diz que os pacientes devem ter garantidos "não somente os cuidados com o corpo, como também os cuidados espirituais. A fé remove montanhas e é capaz de curar o espírito, auxiliando na cura do corpo".

De acordo com a Alerj, o projeto é o segundo de uma série de onze na Ordem do Dia e pode ser votado ainda nesta quarta-feira (2). Para ser transformado em lei é necessário que volte ao plenário para ser votado em segunda discussão e depois vá à sanção do governador Luiz Fernando Pezão.


Fiéis da igreja utilizam escorredor de macarrão na cabeça.
Igreja do Monstro do Espaguete Voador foi fundada em 2006.

A neozelandesa Karen Martyn, a primeira integrante da igreja do Monstro do Espaguete Voador (Monsevol) autorizada a celebrar casamentos, defendeu os princípios do pastafarianismo e convocou seus compatriotas a se somarem a este movimento religioso.

Fiéis da igreja utilizam escorredor de macarrão na cabeça (Foto: Darrick Fauvel/AP)
Fiéis da igreja utilizam escorredor de macarrão na cabeça (Foto: Darrick Fauvel/AP)

O pastafarianismo, ou igreja do Monstro do Espaguete Voador, é uma religião satírica fundada em 2006 nos Estados Unidos, cujos fiéis utilizam um escorredor de macarrão na cabeça, adulam os piratas e pensam que o universo foi criado por um espaguete voador.

A igreja do Monstro do Espaguete Voador foi reconhecida oficialmente na Nova Zelândia em dezembro de 2015, o que implica a autorização para celebrar casamentos.

Karen Martyn foi ordenada "Ministeroni", ou seja, celebrante da igreja encarregada de realizar os matrimônios.

Martyn disse que a igreja do Monstro do Espaguete Voador oferece aos seus adeptos as mesmas oportunidades que as outras religiões e negou que seja uma religião satírica.

"Formamos uma comunidade. Compartilhamos valores e queremos pertencer a algo, é a natureza humana", disse Martyn à AFP.

A "ministeroni" reconheceu, no entanto, que o humor forma parte da igreja, que entre outras coisas sustenta que no paraíso existe um vulcão de cerveja e que no inferno a cerveja está quente e sem gás.

O Deus venerado pelos fiéis "tem um monte de membros em forma de espaguetes com duas almôndegas de carne e dois olhos", segundo o site da igreja.

"Acreditamos que devemos rir de nós mesmos e rir de todos", sustenta Martyn.

"Nada é sagrado. Não há dogma. Temos nossas crenças, mas reconhecemos que é possível duvidar de todas as crenças", acrescenta.

As massas são "o principal alimento santo" dos fiéis da igreja e o escorredor seu chapéu tradicional.

A igreja nasceu nos Estados Unidos para se opor à difusão nas escolas da hipótese do Design Inteligente, uma teoria impulsionada pelos religiosos e conservadores sob a presidência de George W. Bush, situada no mesmo plano que a teoria da evolução.

Desde então se desenvolveu e se implantou em diversos países.

Em dezembro, o diretor dos serviços de estado civil da Nova Zelândia, Jeff Montgomory, decidiu que esta igreja cumpria os requisitos legais para celebrar casamentos.

Jovem ficou animado ao ver algo que parecia ser nota de US$ 20 na mesa.
Ao pegá-la, veio a decepção. Era um papel com uma mensagem religiosa.

Um atendente de um restaurante no estado do Kansas, nos EUA, ficou feliz ao achar que tinha "recebido" uma gorjeta generosa, mas, ao pegar a "cédula", percebeu que era, na verdade, um panfleto religioso no formato de uma nota de US$ 20.

Segundo a imprensa americana, o atendente Garret Wayman, de 17 anos, ficou animado quando viu algo que parecia ser uma nota de US$ 20 dobrada sob o ketchup, mas, quando a pegou, veio a decepção: era um papel com uma mensagem religiosa.

Atendente achou que tinha ganhado gorjeta de US$ 20, mas era apenas panfleto religioso (Foto: Reprodução/Twitter/Garret)Atendente achou que tinha ganhado gorjeta de US$ 20, mas era apenas panfleto religioso (Foto: Reprodução/Twitter/Garret)
Ao pegar a suposta cédula, veio a decepção. Era um papel com uma mensagem religiosa. (Foto: Reprodução/Twitter/Garret)Ao pegar a suposta cédula, veio a decepção. Era um papel com uma mensagem religiosa. (Foto: Reprodução/Twitter/Garret)

Fonte: g1.globo.com

Popularidade de ‘zuísmo’, inspirada em antiga crença suméria, tem menos a ver com fé e mais com atitude política; saiba por quê.

Da BBC Mundo

Em uma época de crise para muitas religiões, uma crença na Islândia conseguiu uma verdadeira façanha.

Nas últimas semanas, passou de 3 a 3 mil fiéis – quase 1% da população da ilha.

O "milagre" foi feito pelo "zuísmo", uma religião fundada em 2013 que, no papel, se baseia em uma das mais antigas: a dos sumérios, civilização politeísta que floresceu ao sul do que hoje é o Iraque, entre 5000 a.C. e 2000 a.C.

Mas, na prática, a religião é um protesto contra o pagamento obrigatório de impostos, por todos os cidadãos da Islândia – religiosos ou não – para sustentar igrejas do país.

Na Islândia, todos os cidadãos – mesmo os ateus ou agnósticos – têm de declarar uma religião e pagar um imposto que é redistribuído a congregações.

Em 2016, o taxa será de cerca US$ 80 (cerca de R$ 320) ao ano por contribuinte.

Quase 75% da população é filiada à igreja nacional da Islândia, a luterana, e há mais de 40 organizações religiosas que se qualificam para receber os "pagamentos a paróquias" que resultam da arrecadação do imposto.

Uma delas é o zuísmo, que foi registrado como uma religião oficial, ainda que minúscula, em 2013.

"O principal objetivo da organização", dizem os zuístas, "é que o governo derrogue qualquer lei que outorgue privilégios, financeiros ou de qualquer índole, às organizações religiosas, que sejam distintas dos oferecidos a outras organizações."

Os zuístas pedem ainda que se anule o registro da religião dos cidadãos.

Enquanto isso não ocorre, eles devolvem aos seus fiéis o imposto da religião pago ao governo.

Funciona assim: os cidadãos pagam o chamado "imposto de Deus" ao governo; a organização zuísta recebe do governo a sua parte e, depois, devolve o dinheiro do imposto a seus membros. Ou seja, os "fiéis" do zuísmo recebem de volta o dinheiro do imposto.

"Não perguntamos aos novos fiéis se acreditam nos deuses", disse à BBC Holger Simonsaen, um dos fundadores do zuísmo.

O estatuto do zuísmo diz que, quando alcançar seu objetivo, "a organização religiosa do zuísmo deixará de existir".

Politeísmo
Para se registrar como igreja, o zuísmo recuperou a crença dos sumérios.

Os sumérios – e agora os zuístas – tinham vários deuses. Os quatro principais são An, Ki, Enlil e Enki, deuses do céu, terra, vento e água, respectivamente.

"Acreditamos que o universo é controlado por um grupo de seres vivos com forma humana mas imortais, com forças sobrenaturais", diz o site da religião zuísta.

E há, na teoria, até "planos" de construir um ziggurat, ou templo.

Os fundadores da religião convidaram seus seguidores no Facebook a apresentar projetos, especificando que devem incluir "um auditório grande e salas menores para adoração e sacrifícios" e até "um parque ornamental de leões grandes e… um fosso para jacarés e um dragão".

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